Projecto «Chip7 Escolas» chegou ao fim
Um ano e meio depois o balanço é francamente positivo, tendo sido atribuídos 344 equipamentos informáticos a escolas de todo o país.


2004.12.03

O projecto «Chip7 Escolas» chegou ao fim. A iniciativa, lançada em Junho de 2003, terminou no passado dia 1 de Dezembro com um saldo claramente positivo. Foi um ano e meio de apoio a escolas e instituições de solidariedade social de todo o país, que mobilizou empresas e particulares. Um projecto da autoria da Chip7, que contou com o apoio de individualidades como Luís Figo, Rui Costa, Paulo Sousa ou Cecília Carmo, que deram o mote à iniciativa doando cada um deles um computador a uma instituição à sua escolha. Este projecto teve como base um pressuposto muito claro: diariamente, empresas e particulares trocam computadores e outros equipamentos informáticos sem dar um novo destino aos equipamentos usados (muitas vezes em óptimo estado). A dificuldade é, quase sempre, descobrir quem precisa. Pois bem, a Chip7 criou uma plataforma online (www.chip7.pt/escolas/index.php) que permitiu, por um lado, que instituições se candidatassem a receber material (mediante a apresentação de um projecto específico) e, por outro lado, que empresas e particulares pudessem doá-lo. Ao longo deste último ano e meio, a iniciativa «Chip7 Escolas» recebeu 208 projectos de instituições de norte a sul do país (incluindo ilhas) e atribuiu 344 equipamentos informáticos. Estas doações fizeram-se de três formas: doações a um projecto publicado, doações a uma escola específica ou doação simples, sendo depois a CHIP7 a definir o destino do equipamento. Relembre-se que a Chip7 foi criada em 1994 por Miguel Monteiro, a partir de uma pequena loja do Centro Comercial Stop, no Porto. Em Março de 2000 a empresa passou a ser detida a 50 por cento pela Cofina, sendo que em finais de 2002 Miguel Monteiro recuperou a totalidade do capital. No ano 2003 a empresa atingiu um volume de facturação na ordem dos 19 milhões de euros, tendo hoje uma equipa de 130 colaboradores.