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Católica do Porto lança mestrado na área da Auditoria e Fiscalidade 2010-07-28 A Faculdade de Economia e Gestão (FEG) da Universidade Católica no Porto acaba de apresentar a primeira edição de um mestrado na área da Auditoria e Fiscalidade. Trata-se de uma oferta formativa com características singulares, na medida em que o lado teórico é complementado com um semestre de formação profissionalizante em ambiente real. É, assim, o primeiro curso na área da gestão que inclui no seu plano curricular um ciclo de formação eminentemente prática numa empresa de auditoria. Para levar a cabo este modelo, a FEG conta com o apoio de quatro auditoras de peso: Deloitte, KPMG, PricewaterhouseCoopers e Ernst & Young. Destaque-se que o mais recente mestrado é atractivo não só para os candidatos, mas também para as empresas do sector, que o podem aproveitar como uma plataforma de recrutamento. Segundo Álvaro Nascimento, director da FEG, “esta aposta exprime o interesse da FEG em envolver o tecido empresarial nos seus ciclos de formação, assumindo-se como uma faculdade de real ligação às empresas”. Já para Jorge Beja Neves, partner da Deloitte no Porto, “esta parceria com a FEG, para além de representar um marco importante na colaboração que deve existir entre as universidades e as empresas, é uma mais-valia para o sucesso dos alunos”. O mestrado tem a duração de dois anos, estando o arranque agendado para Fevereiro de 2011. Existem apenas 20 vagas e as candidaturas já se encontram abertas. Os destinatários são preferencialmente recém-licenciados na área da Economia, Gestão, Contabilidade e Auditoria, sendo também aceites alunos de outras áreas, como o Direito.
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2004-2009: Seis anos de media em Portugal
A Central de Informação e o jornal Meios & Publicidade lançaram, em Julho de 2004, um projecto pioneiro em Portugal: uma Sonda que visa auscultar a opinião dos profissionais da comunicação social. Confira as 50 edições ao longo destes últimos seis anos.
Data: De 11 a 13 Nov./10
Local: Vila Real
Qual o sentido actual de uma empresa de comunicação? Quais as fronteiras éticas entre o mundo empresarial e os media? Até onde deve ir a comunicação institucional? Quais os seus limites? Foi deste ponto que partiu a Central de Informação. O resultado é a fusão de áreas e a criação de um novo conceito de comunicação.